
Nortenho
de gema, e amante profundo das suas raízes, sobretudo da cidade que o viu
nascer: Vila do Conde, Casimiro Teixeira, desde cedo demonstrou inclinações
para as letras, publicando alguns textos numa revista editada pelo departamento
de Filosofia do seu liceu, criando assim um espaço interior inteiramente
dedicado à escrita que foi sempre para si, um ombro amigo onde podia extravasar
as suas ideias. Foi na escrita que se moldou como homem, ainda muito novo,
escrevendo pequenos contos e poesia que ía guardando nas gavetas ou lendo a
amigos, nunca a abandonou, apesar de não ter, até à data, coragem para expor
algum dos seus trabalhos ao grande público, deixando que estes se fossem
acumulando em resmas de papéis guardados no esquecimento das suas inibições. Define-se
como um escritor estilizado nos moldes de um realismo mágico, de histórias de
solidão e deslumbramento – fazendo-se acompanhar em cada uma das suas
narrativas, por alguns dos seus companheiros mais frequentes: o amor, o poder a
escolha arbitrária e a morte.
Participou com dois trabalhos em prosa na revista
Flanzine
Prémios Literários
Menção de Honra
no I Concurso Literário “Ser Solidário”,
organizado pelo serviço de Humanização do Hospital de S. João do Porto, com o
conto: “O Fim da Noite”
Co-autor em
Obras Publicadas
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